ORAÇÃO PLENIFICADORA
A oração é o alimento da alma como o pão
é para nutrir o corpo.
Orar significa doar-se a DEUS, abrindo-se-LHE em totalidade, sem qualquer reserva.
A oração não se reduz a pedidos e rogativas, mas, sobretudo, à glorificação e reconhecimento pelos dons da vida.
O homem que ora, se descobre, identificando-se com a criação.
Há necessidade de orar em silêncio, evitando palavras cujos símbolos preocupam na verbalização sem expressar os sentimentos do coração.
Quem ora, se encontra, penetra-se, ao mesmo tempo se identificando com o PAI e todas as Suas Criaturas. Como a criatura não se envergonha de comer, igualmente deve ter naturalidade para orar.
Sem misticismos exteriores, a oração é comunicação íntima entre o homem e DEUS.
Quando os homens orarem sabendo a força que desencadeiam na edificação dos ideais de enobrecimento, a não-violência governará as comunidades e as nações, produzindo a paz.
JOANNA DE ÂNGELIS
em
VIVER E AMAR
por
Divaldo Pereira Franco
(Ed. Leal, 2a. ed., 1987, no. 14, pág. 85)
Natal ,Um Mar de Poesia e Paz
A oração é o alimento da alma como o pão
é para nutrir o corpo.
Orar significa doar-se a DEUS, abrindo-se-LHE em totalidade, sem qualquer reserva.
A oração não se reduz a pedidos e rogativas, mas, sobretudo, à glorificação e reconhecimento pelos dons da vida.
O homem que ora, se descobre, identificando-se com a criação.
Há necessidade de orar em silêncio, evitando palavras cujos símbolos preocupam na verbalização sem expressar os sentimentos do coração.
Quem ora, se encontra, penetra-se, ao mesmo tempo se identificando com o PAI e todas as Suas Criaturas. Como a criatura não se envergonha de comer, igualmente deve ter naturalidade para orar.
Sem misticismos exteriores, a oração é comunicação íntima entre o homem e DEUS.
Quando os homens orarem sabendo a força que desencadeiam na edificação dos ideais de enobrecimento, a não-violência governará as comunidades e as nações, produzindo a paz.
JOANNA DE ÂNGELIS
em
VIVER E AMAR
por
Divaldo Pereira Franco
(Ed. Leal, 2a. ed., 1987, no. 14, pág. 85)
Natal ,Um Mar de Poesia e Paz

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